Psicanálise e Filhos: Ecos e Legados – O Filho Refém do Narcisismo e a Herança Invisível do Trauma
outubro 1, 2025
Resumo Este artigo investiga o quinto e último módulo do curso “Psicanálise e Filhos”, focando nos “Ecos e Legados” que moldam a subjetividade de forma invisível, mas poderosa. A primeira seção, baseada no capítulo 17 e na obra de Laura Pigozzi, analisa a clínica do narcisismo parental. Exploramos como o “filho como objeto narcísico” é
Psicanálise e Filhos: O Espelho Vazio e o Trono Vazio – A Criança na Era Digital e a Crise da Lei
outubro 1, 2025
Resumo Este artigo investiga o “labirinto contemporâneo” da parentalidade, dissecando as dinâmicas exploradas nos capítulos 15 e 16 do curso “Psicanálise e Filhos”, que abordam o impacto da era digital e a crise da autoridade. A primeira seção, focada no bebê na era digital a partir das teses de Yannis Gansel, analisa como o “olhar
Psicanálise e Filhos: O Labirinto Contemporâneo – Pais Exaustos, Filhos Digitais e a Crise da Lei
outubro 1, 2025
Resumo Este artigo investiga o “labirinto contemporâneo” da parentalidade, dissecando as dinâmicas exploradas nos capítulos 13 e 14 do curso “Psicanálise e Filhos”. A primeira seção aborda a clínica do esgotamento, analisando o burnout parental como uma exaustão psíquica alimentada pela pressão cultural por uma “família perfeita”. Demonstramos como essa indisponibilidade emocional dos pais gera
A Alma em Transbordo: Primeiros Socorros Psíquicos e a Clínica do Vínculo
setembro 30, 2025
Ao concluirmos o módulo “O Sintoma como Bússola”, somos levados a afinar a nossa escuta para dois dos aspetos mais delicados e potentes do trabalho com a infância. Primeiro, o que fazer diante da “crise”, do momento em que a criança parece transbordar, num estado de agitação que popularmente rotulamos de “superestimulação”? E, em segundo
O Sintoma como Bússola: Escutando o Sofrimento Para Lá do Diagnóstico
setembro 30, 2025
Entramos no terceiro módulo da nossa jornada, “O Sintoma como Bússola”, e com ele, somos confrontados com uma das mais dolorosas e urgentes questões da parentalidade no século XXI. O que fazemos quando uma criança sofre? A nossa cultura, imersa na lógica da eficiência, da especialização e do mercado, oferece-nos um roteiro aparentemente claro: identificamos

