O Mal-estar na Cultura Digital e a Subjetividade Contemporânea: Uma Análise Psicanalítica
fevereiro 4, 2026
A psicanálise brasileira contemporânea enfrenta o desafio de compreender um sujeito que não habita mais as coordenadas freudianas da Viena do século XIX. O mal-estar, que antes se manifestava pelo excesso de repressão e culpa (a neurose clássica), hoje se expressa pela fragmentação, pelo vazio e pela aceleração. Este artigo mergulha nas raízes desse novo
Adolescência e Contemporaneidade: A Travessia Ética e o Império da Imagem na Psicanálise Brasileira
fevereiro 4, 2026
A adolescência, sob o olhar da psicanálise, nunca foi um processo biológico simples ou um estágio de desenvolvimento linear. Ela é, fundamentalmente, uma travessia subjetiva. No contexto brasileiro atual, essa passagem ganha contornos de urgência e crise, onde o tradicional “tempo de moratória” — o intervalo socialmente aceito para experimentação — foi substituído por uma
Psicopatologia e a Clínica Clássica na Contemporaneidade Brasileira: Ética, Melancolia e o Objeto da Adicção
fevereiro 4, 2026
A psicanálise no Brasil contemporâneo não é apenas uma prática de consultório; é um campo de resistência intelectual que reinterpreta as psicopatologias clássicas à luz das pressões sociopolíticas e culturais do século XXI. Este artigo aprofunda os quatro pilares fundamentais discutidos no módulo: o ofício ético do analista, a estrutura melancólica, a depressão como sintoma
O Grito Silencioso: A Infância Brasileira na Perspectiva da Psicanálise Contemporânea
fevereiro 4, 2026
O campo da infância, outrora visto como um território de inocência e latência, tornou-se, no século XXI, o palco de algumas das mais agudas tensões da civilização ocidental. No Brasil, essas tensões ganham contornos específicos, onde a herança colonial, a desigualdade social e a modernização tecnológica acelerada convergem para criar novos sintomas psíquicos. Este artigo
Psicanálise Contemporânea Brasileira: Do Rigor Teórico à Invenção do Futuro
fevereiro 4, 2026
A psicanálise no Brasil consolidou-se não apenas como uma prática terapêutica, mas como uma ferramenta robusta de interpretação da realidade social, política e cultural. Ao contrário de uma aplicação rígida de manuais, a tradição brasileira — influenciada por nomes como García-Roza, Dunker, Safatle e Forbes — propõe um diálogo vivo entre a estrutura do sujeito

